domingo, 10 de agosto de 2014



Sopro da Solidão

Nesta noite quente
Faz frio em minha alma.
Os olhos não abrem,
Não brilham como antes
As pálpebras pesam
Cerrada pelo peso
Da pena do “meu eu”.

Dentro de mim chove saraiva.

Está um frio gélido
Onde rosas congelaram
Na essência.
Sem perfume... Cálida...
.
O vigor da mulher
Chora pérolas rubras pelo
Frio da paixão
Que morreu sem amar...
Nevando dentro d_alma
O sopro da solidão


Rô Lopes

2 comentários:

  1. Querida amiga e grande poetisa Rô...!!!

    Senti-me honrado com mais uma sua presença
    Em meu blogue, com o seu carinho de sempre.
    Passando para retribuir, deixar o meu abraço e
    Carinho, desejando-lhe um lindo dia e maravilhosa
    Semana. Lindo poema. Belíssimos versos. Grande
    texto poético e o retrato de uma solidão. Meus
    parabéns.
    Que a paz, o amor e a felicidade, sejam constantes
    Em seu coração.
    Beijos de luz !

    POETA CIGANO – 02/09/2014

    http://centelhaspoeticas.blogspot.com

    “Meus Sonhos e Devaneios Poéticos”

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  2. Obrigada pelas saborosas palavras meu querido amigo, Poeta Cigano.
    Sempre te sigo pois amo me deliciar com seus textos podendo analisar tua alma cigana.
    Paz e graça a voce meu querido em todos os dias da tua vida e que nossa amizade se fortifique.
    Beijos na tua alma

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